Lua de Sangue part. 2

Capitulo 1 part. 2

Anteriormente

As vidas de muitas pessoas acabaram na noite em que a lua sangrou, se o policial Fernandes não tivesse cobrido seu colega talvez elas ainda estivessem ao seu lado, o pior disso é que se ele não tivesse o coberto, talvez morresse, mas como saber.

8 horas antes

Primeiro foi o sinal telefônico, depois o wifi, porém todos na delegacia não deram tanta importância mesmo atrapalhando o trabalho.

O Fernando e o Rafael sairiam mais tarde porém quando souberam que não era só ali que tinha queda na linha telefônica e sinal tanto wifi tanto de celular, tiveram que ir por questão de houver alguma tentativa de delito.

A rota daquele dia era simples mas com o fato ocorrido, os dois foram primeiro em direção dos bairros que ficam mais distantes do centro. O sol já tinha ido quando eles chegaram no bairro mais distante que ficara na fronteira do município.

Estava tudo tranquilo, enquanto eles davam a volta numa rua sem saída a lua no fundo começava a ficar avermelhada e como não tinha uma nuvem no céu o clima parecia tenso mesmo que não estivera.

lua-sangrenta

Quando eles já estavam no fim do bairro, um garoto saiu correndo gritando tentando chamar a atenção deles, no momento em que o Policial Fernandes viu o garoto parou a viatura imediatamente.

-Rafael fica na viatura que eu vejo o que ele quer, ok?

-Ok

O garoto estava apavorado e por conta disso falava muito rápido e embolado.

-Calma rapaz, respire fundo e me diz porque esta aflito?

-Minha mãe senhor, ela ta passando mal e o telefone não funciona._ Mesmo que o garoto parecesse dizer a verdade, o Fernando fez o que um policial deveria fazer, informou seu companheiro e foi sempre atento esperando que seja mentira e que precise fazer algo, porém dessa vez era verdade e o problema era maior, aparentemente a mãe dele estava prestes a dar a luz.

-Boa noite senhora, você estar de quantos meses?

– Boa noiteeeeee,hhhhhaaarg, nove meseeeeees

-As contrações começaram a quanto tempo?

-Há uns trinta minutos.

-Garoto vai l….

– Meu nome é Fernando.

-Meu chara, vai correndo na viatura e fale pro policial Pereira ir imediatamente no hospital pra solicitar uma ambulância.

-Ok

-E aqui antes de você falar isso diga Malatesta.

-Ok._O garoto saiu em disparada, enquanto o Fernando ficou com a mãe dele.

-Senh……

-Meu nome é Camila, senhora ta no céu.

-Ok, Camila, são só você e o Fernando?

-Não, tem o pai dele também e meu irmão, mas os dois estão trabalhando no centro empresarial.

Quando o garoto voltou, o Fernando verificou se a Maria estava confortável e começou a cronometrar as contrações, ele havia aprendido muitas coisas relacionadas a partos por conta de sua mulher e ele serem bastante estudiosos e por medo de alguma coisa saísse errado com a gravidez de sua filha.

Depois de terem passado uns 30 minutos da saída do policial Rafael o tempo lá fora começou a mudar, um temporal de ventos começou de forma alucinante, parecia que começaria um temporal, mas aquilo estava errado, as nuvens estavam em volta da lua que naquele momento estava completamente vermelha como sangue, e sua radiação estava muito forte, O Fernando nem percebeu a mudança climática até que houve uma explosão que tremeu tudo, como um pequeno terremoto.

Para continuar acompanhando a historia clique aqui

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