Futuros Cineastas

Há mais de 40 mil anos, nossos ancestrais sem saber ao certo, conseguiram fazer desenhos que além de simbolizar seus feitos os eternizaram para sempre. Posteriormente outros tipos de obras foram feitas, representando cada uma delas o modo de pensar de cada povo que fazia.

Com o tempo a sociedade começou a apreciar as artes que em cada momento simbolizava algo novo dependendo do contexto político que a destacava. E assim nasceram grandes escritores, pintores, artistas plásticas, dançarinos e entre outros.

Tudo que se fazia ser único era almejado afinal a sociedade sempre caminhara em busca do que não conhecia e mesmo que a maioria consiga ficar estagnada no ponto, alguns vão atrás e assim puxam todos os outros que não vêem o mesmo sinal em suas frentes.

No fim do século XIX no instante em que um trem entrara no salão, a febre da sétima arte era instalada e os irmãos Louis e Auguste Lumière acabavam de escrever seus nomes na historia.

Com o avanço da tecnologia e das técnicas cinematográficas, o olhar atrás de uma câmera ganhou outro significado. Fazer um curta ou um longa-metragem era mais que gravar pessoas andando nas ruas no seu cotidiano, para chamar a atenção os cineastas tinham que fazer algo diferente que chamassem as pessoas para dentro de suas salas.

Com esse obstáculo invisível, cada pessoa que se destacou, se destacou por detalhes em determinada subárea que apenas ele viu que poderia ser a diferença, Alfred Hitchcock, George Lucas, Akira Kurosawa, Charles Chaplin, Sofia Coppola, Steven Spielberg, e muitos outros conseguiram isso.

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O Brasil é um país que ainda estar imaturo por múltiplas questões, porém mesmo com esse ponto contra nós, temos um ponto a favor que nos deixam únicos, pois por sermos mistura de africanos, japoneses, europeus e americanos conseguimos olhares, gestos que cada um desses povos admiram.

No mundo cinematográfico estamos engatinhando, mas mesmo assim vemos em cada ponta do Brasil futuros cineastas que darão prosseguimento ao trabalho feito hoje por Carlos Saldanha, José padinha, Carla Camurati e muitos outros.

Uma dessas futuras cineastas é Letícia Tanaka, que como qualquer sonhadora, foi atrás, ela é de São José dos Campos(SP), mas hoje estuda em Juiz de Fora(MG) que fica pouco mais de 410 quilômetros de distancia da sua cidade natal.

A partir do que conversei com ela e pude observar, seu estilo se compara há um peregrino que carrega traços do seu passado no seu jeito de falar, vestir e ser, pois aproveita o melhor de cada momento que vive, fazendo do seu ambiente um palco de perfeições.

A descrição pode ter parecido um pouco artístico demais, mas no mundo cinematográfico ser artístico no ponto certo faz que a historia seja mais real.

Um dia poderemos ver grandes filmes sendo moldados e ganhando vida pela Letícia, afinal na edição conseguimos dar uma visão que o diretor talvez não tenha visto, muitos longas ganham prêmios por conta desse garimpo do editor, e como ela gosta dessa área talvez possamos vê-la desempenhando esse papel. E assim seguir um caminho que um dia George Lucas seguiu que ao investir seu próprio dinheiro no seu filme, acreditou que o filme era bom e que poderia mostrar algo novo para o mundo, no fim vocês sabem o que deu, porque não podemos ver algo semelhante com ela.

Que faz da edição, seus passos leves e definidos que beiram a perfeição  como a sincronização impecável numa apresentação de balé.

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