Equipe brasileira é melhor no Ranking das paraolimpíadas do que no das olimpíadas

As paraolimpíadas começaram a ser disputadas em 1960 na Itália, em Roma. No início serviam para agregar pessoas que lutaram na segunda guerra mundial e sofreram algum acidente causador de deficiência física e/ou mental.

O Brasil vem crescendo nas paraolimpíadas de uma forma surpreendente por não receber tanto apoio quanto os esportes olímpicos. Nos últimos três jogos, a equipe brasileira vem batendo recordes atrás de recordes. Em Pequim, o Brasil ficou em nono lugar por quatro anos com o total de 47 medalhas, sendo 17 de bronze, 14 de prata e 16 de ouro, nos últimos jogos subimos duas posições, conquistando 43 medalhas, sendo 8 de bronze, 14 de prata e 21 de ouro e na ultima paraolimpíadas que aconteceu em nosso território mesmo caindo uma posição comparado com Pequim batemos o record de medalhas no total, conquistando 72 medalhas, sendo 29 de bronze, 29 de prata e 14 de ouro.

Os jogos paraolímpicos foram feitos para trazer os “diferentes” de volta para a sociedade e, além disso, mostrar que mesmo tendo alguma deficiência física ou mental podem praticar esportes da mesma forma que aqueles não portadores de deficiência praticam e alcançar resultados ainda melhores.

As histórias de superações existem aos montes. Mesmo não ganhando medalha, o simples fato de estarem competindo é uma quebra de barreiras que há muitos era impensável.judoca (foto tirada de Extra online)   acima, Breno Viola

As pessoas com síndrome de Down têm problemas cardíacos quando nascem e quase sempre os médicos orientam aos pais ou aos tutores que os levem a aulas de natação para fortalecerem os músculos e para facilitarem o movimento das articulações. Hoje vemos, cada vez com mais frequência, nos jogos paraolímpicos, os Downs saindo das piscinas e participando de outros esportes. É o caso da americana Katie Meade, que conseguiu ganhar uma medalha na ginástica artística nos últimos jogos, em Londres. Ela precisou passar por duas cirurgias cardiovasculares para isto, mas mostrou que é possível, assim como o brasileiro Breno Viola que mesmo não conseguindo entrar nas paraolimpíadas através do judô, se voluntariou para ajudar outras pessoas, sendo valorizado tanto pelo esporte quanto pela interação que isto traz.

Estes casos mostram que mesmo com alguns problemas podemos alcançar nossos objetivos. As dificuldades que enfrentamos todos os dias podem ser superadas, assim como muitos portadores de Síndrome de Down tem uma vida normal. Não precisamos ser atletas para superarmos limites, basta que tenhamos vontade e o resultado virá.

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